Em um segmento cada vez mais mecanizado, como é o setor florestal, o uso das tecnologias digitais é crescente. Basta adotar um smartphone para experienciar uma série de novas oportunidades, uma delas a conectividade em empresas florestais.
Mas, pela sua distância dos grandes centros, o maior obstáculo para um maior desenvolvimento do setor florestal brasileiro é ainda a falta de sinal de internet. Isso exige a adoção de algumas estratégias para levar internet ao campo e se aproveitar de suas muitas oportunidades.
E foi pensando na importância da comunicação para empresas florestais, que a Aiko preparou um guia bastante completo.
Neste guia você irá entender quais são os desafios e as oportunidades da conectividade e o que precisa ser feito para melhorar a conexão dentro do segmento florestal.
Os avanços tecnológicos estão revolucionando o setor florestal. Parte integrante da “Era da Agricultura Digital”, este segmento une, cada vez mais, a produtividade com a sustentabilidade.
Para utilizar as tecnologias mais modernas, inúmeras empresas do segmento florestal já utilizam os diversos avanços da conectividade em seus processos. Com isso, conseguem gerar dados e saber, em tempo real, o que cada operador está fazendo.
No entanto, a distância dos grandes centros impacta na falta de conectividade nas florestas. Elas também são barreiras físicas naturais, que dificultam a transmissão de dados, não permitindo fluidez para trafegar dados.
Mas, a relevância desse debate, a importância do segmento florestal para a economia brasileira e as novas tendências tecnológicas já estão resultando em soluções que elevem a comunicação nas operações florestais, como você poderá acompanhar no guia que desenvolvemos.
Atualmente, com uma vasta gama de máquinas, equipamentos e implementos conectados, a mecanização da colheita florestal, por exemplo, já atua em outro patamar.
O setor adota máquinas cada vez mais especializadas, com controles mais robustos. Isso permite à empresa um maior controle sobre toda a logística operacional e tem possibilitado uma série de aplicações práticas, como:
Mas, todo esse avanço das ferramentas tecnológicas depende, cada vez mais, do uso de sistemas de conectividade.
Quando ligados à internet (ou outro meio de comunicação) a empresa florestal terá maior agilidade na coleta de dados e trânsito de informações, o que melhora muito o processo de tomada de decisão na produção florestal.
Diante da importância da conectividade, cabe aos trabalhadores do setor buscarem sua adaptação para se enquadrar à nova realidade.
Além da operação padrão das máquinas, os novos profissionais deverão também conhecer toda a tecnologia embarcada e trabalhar em conjunto com profissionais da tecnologia da informação e de conectividade.
Em um segmento cada vez mais conectado, novas tecnologias digitais são constantemente agregadas ao setor florestal.
No nosso guia, você acompanhará todo o potencial da conectividade para as florestas, estimulando o investimento em modernos sistemas de comunicação.
Entre os principais benefícios da conectividade em empresas florestais que você verá no guia, se destacam:
Um dos grandes desafios para promover a comunicação em regiões remotas, caso de áreas de florestas plantadas, é viabilizar um sistema de telecomunicação que seja viável, confiável e eficiente.
No nosso guia você irá conhecer as principais soluções de comunicação para áreas remotas. Veja quais são de forma resumida:
A internet via satélite é o meio mais comum de levar conectividade ao campo. Seu uso está normalmente associado ao envio crítico de dados.
Porém o custo é elevado e o conjunto de dados que podem trocados é limitado. Ainda assim, o uso de satélite representa uma boa opção, a depender da realidade da operação.
Tanto a LoRa (tecnologia de transmissão de dados usada em Internet das Coisas, quanto a própria rede de rádio digital para transmitir informações são boas opções.
Essas duas alternativas atendem as necessidades de comunicação da empresa florestal com eficiência. O grande empecilho é o alto investimento inicial para cobrir grandes áreas.
Outra alternativa são as estruturas de redes móveis (3G/4G/5G). O uso de torres vai habilitar a comunicação entre equipamentos, além de permitir o uso de dispositivos móveis durante as operações.
Dentre os benefícios dessa rede (principalmente 5G), estão a rapidez, estabilidade da rede de dados e baixa complexidade técnica para sua utilização.
Outro ponto que costuma funcionar muito bem e que traz inovação para as áreas remotas é a tecnologia Machine to Machine (M2M).
Usada pela Aiko em sua solução de gestão de frotas, essa tecnologia é representada por coletores que são instalados em equipamentos que percorrem grandes percursos dentro dessas áreas e ajudam no descarregamento e na coleta de dados quando se aproximam de pontos com conexão com internet, como 3G/4G ou WiFi.
De baixa manutenção e custo reduzido, essa tecnologia dispensa rede na maior parte da área de movimentação de ativos, também facilita o acesso às zonas de conectividade.
Representada por milhares de satélites na órbita da Terra responsáveis por fornecer serviços de internet de alta velocidade, a tecnologia Starlink representa a revolução da comunicação global.
Quando estiver totalmente implementada, essa tecnologia terá milhares de pequenos satélites orbitando a Terra, oferecendo uma conexão muito estável, constante e confiável.
Para a área florestal, a Starlink tem todas as características para conferir rapidez e maior eficiência da transmissão de dados, sempre sob baixa latência. E, é por essas características que a Aiko, em parceria com a Eldorado, usam a tecnologia em um projeto que você terá detalhes no nosso guia.
Existem várias formas para promover a comunicação em áreas remotas, com cada uma delas tendo seus prós e contras.
Para começar, é preciso avaliar a realidade de cada cenário para desenvolver a melhor estratégia. Também é importante ter as respostas para três perguntas fundamentais:
Nesse processo, contar com empresas parceiras que tenham conhecimento em conectividade para áreas remotas torna-se imprescindível.
Também é essencial acompanhar os avanços em conectividade e promover melhorias contínuas na operação florestal.