O setor florestal vive uma mudança estrutural. Pressões de mercado, investidores e regulações exigem sustentabilidade comprovada, rastreabilidade e transparência. Não basta manejar bem, é preciso demonstrar, com dados auditáveis, que a operação atende critérios ambientais, sociais e de governança (ESG).
Nesse contexto, a tecnologia se torna o elo entre o manejo em campo e as metas corporativas.
Certificações como FSC e PEFC, além de exigências regulatórias internacionais, demandam controle rigoroso da cadeia de custódia. A União Europeia, por exemplo, aprovou o EU Deforestation Regulation (EUDR), que exige geolocalização e comprovação de origem livre de desmatamento para produtos florestais — com prazos de implementação escalonados até 2026/2027 .
A FAO destaca que cadeias florestais transparentes dependem de dados confiáveis desde a origem, integrando informações operacionais, ambientais e sociais .
Na prática, isso envolve:
Os padrões de Chain of Custody do FSC estruturam essa rastreabilidade ao longo de toda a cadeia .
A digitalização do campo permite capturar dados no momento em que o evento ocorre:
Soluções baseadas em eventos e blockchain, como o FSC Trace, reforçam a confiabilidade dessas informações .
A dimensão social do ESG ganha força no setor florestal, especialmente em segurança do trabalho. Monitoramento de fadiga, jornadas e incidentes fornece evidências objetivas para auditorias e programas de melhoria contínua.
Na governança, frameworks como o GHG Protocol e as normas IFRS S2 reforçam a necessidade de dados rastreáveis para inventários de emissões e relatórios climáticos.
No setor florestal, sustentabilidade sem rastreabilidade é apenas intenção. A tecnologia transforma o manejo responsável em evidência concreta, conectando o campo às exigências globais de ESG.
A plataforma da Aiko atua diretamente nos pilares do ESG:
Tudo isso mesmo em áreas sem conectividade contínua, garantindo integridade dos dados.
