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24/07/2026
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Como a Oxe Energia transformou a gestão da segurança operacional com videotelemetria e inteligência de dados

oxe energia

Segurança operacional sempre foi um tema estratégico para empresas que dependem de operações em campo. Mas, quando a gestão é baseada apenas na percepção dos gestores ou em ocorrências já registradas, identificar riscos antes que eles se transformem em acidentes se torna um grande desafio.

Foi exatamente esse cenário que motivou a Oxe Energia a buscar uma nova forma de acompanhar sua operação.

Com o apoio das soluções da Aiko, a empresa passou a utilizar videotelemetria e análise inteligente de dados para compreender o comportamento dos motoristas, identificar padrões de risco e direcionar ações preventivas muito mais assertivas.

O resultado foi uma gestão baseada em evidências, capaz de transformar informações em decisões rápidas e aumentar o nível de segurança da operação.

O desafio: enxergar o que realmente acontecia na operação

A Oxe Energia atua na geração de energia sustentável por meio de quatro usinas termelétricas (UTEs) localizadas nas proximidades de Boa Vista, em Roraima, utilizando cavaco de madeira de reflorestamento como combustível.

Como acontece em muitas operações florestais e logísticas, havia um grande volume de deslocamentos diários, tornando praticamente impossível acompanhar individualmente o comportamento dos condutores apenas por observação ou relatos.

A empresa precisava responder perguntas importantes:

  • Quais comportamentos representam maior risco?
  • Quais motoristas precisam de orientação?
  • Onde concentrar treinamentos?
  • Como agir antes que um acidente aconteça?

Sem dados confiáveis, qualquer decisão acabava sendo baseada em hipóteses.

A virada: decisões orientadas por dados

Após a implantação da solução de videotelemetria da Aiko, a realidade mudou.

Os veículos passaram a gerar informações contínuas sobre eventos comportamentais, permitindo que a equipe de gestão acompanhasse indicadores praticamente em tempo real.

Mais importante do que receber alertas, a empresa passou a entender quais fatores realmente influenciavam a segurança operacional.

Os dados mostraram que a grande maioria dos eventos tinha origem em comportamentos dos próprios condutores, permitindo que a gestão deixasse de agir apenas de forma corretiva para atuar de maneira preventiva.

Em vez de tratar todos os motoristas da mesma forma, tornou-se possível direcionar ações específicas para cada situação identificada.

Os dados revelaram onde estavam os maiores riscos

A análise das informações trouxe um panorama claro dos comportamentos observados na operação.

Entre todos os eventos registrados, destacaram-se:

  • 54,6% relacionados a bocejos e sinais iniciais de fadiga;
  • 26,9% associados ao uso do celular ou distrações semelhantes;
  • 9,5% ligados à fadiga crítica;
  • 8,2% referentes ao não uso do cinto de segurança.

Esses indicadores mudaram completamente a forma como a empresa conduzia sua estratégia de prevenção.

Em vez de investir esforços em ações genéricas, a Oxe Energia passou a concentrar recursos exatamente nos comportamentos que mais impactavam a segurança.

Da informação para a ação

Ter acesso aos dados foi apenas o primeiro passo.

O verdadeiro diferencial surgiu quando essas informações passaram a orientar as decisões dos gestores.

Ao comparar os indicadores de fevereiro e março, por exemplo, a empresa identificou uma redução de aproximadamente 15% nos eventos críticos, reflexo direto das ações implementadas após as primeiras análises.

Entre as iniciativas adotadas estavam:

  • intensificação dos diálogos de segurança com as equipes;
  • reciclagens focadas em direção defensiva;
  • acompanhamento individual dos motoristas com maior recorrência de alertas;
  • monitoramento contínuo dos indicadores para avaliar a efetividade das ações.

Esse ciclo de medir, agir e acompanhar permitiu uma evolução constante da operação.

Tecnologia integrada para uma gestão mais inteligente

Outro fator importante foi a integração das informações operacionais com ferramentas de gestão utilizadas pela empresa.

Os dados gerados pela solução passaram a alimentar painéis em Power BI e sistemas corporativos como o TOTVS/Datasul, facilitando o acompanhamento dos indicadores por diferentes áreas da organização.

Com isso, a segurança deixou de ser responsabilidade exclusiva da operação e passou a fazer parte da estratégia de gestão.

Os gestores passaram a visualizar tendências, acompanhar indicadores históricos e tomar decisões com base em informações consolidadas.

Muito além da redução de acidentes

Quando falamos em videotelemetria, é comum pensar apenas na diminuição de acidentes.

Na prática, os benefícios vão muito além.

Ao entender o comportamento da operação em detalhes, a empresa consegue:

  • direcionar treinamentos de forma mais eficiente;
  • reduzir custos decorrentes de incidentes;
  • aumentar a produtividade da equipe;
  • fortalecer a cultura de segurança;
  • apoiar decisões com informações confiáveis.

Mais do que registrar eventos, a tecnologia passa a funcionar como uma ferramenta de gestão.

Conheça o case completo da Oxe Energia

A experiência da Oxe Energia mostra que melhorar a segurança operacional não depende apenas de mais fiscalização, mas principalmente de mais visibilidade sobre o que acontece em campo.

Quando os dados certos chegam às pessoas certas, as decisões se tornam mais rápidas, mais precisas e muito mais eficientes.

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